Lula é mesmo “o cara”?

Foto: Reprodução

Foto do encontro de Lula com Ahmadineyad, em edição impressa do jornal espanhol ABC.

Terça-feira passada (dia 24), Lula e o polêmico presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad foram assunto de duas página do jornal espanhol ABC. O jornal falou das reais intenções do presidente iraniano com relação a sua proximidade com países da América Latina, citando por exemplo seu interesse pelo o urânio, produzido em maior parte justamente pelos três países que visita, sendo Bolívia e Venezuela os outros dois.

O jornal cita também o ponto de vista de grandes jornais, como o The New York Times, que considera um ato um erro da política internacional do governante brasileiro.

Parece que Lula quer se aproximar de tudo e de todos, e por conta disso vem se tornando um grande mediador em conflitos mundiais. Isso já é algo tao verdadeiro, que até Ahmadineyad, como retribuição aos acordos de cooperação tecnológica assinados na área de biotecnologia, nanotecnologia, energética, entre outras, vem apoiando o ingresso do Brasil no Conselho de Segurança da ONU.

Vale lembrar que dias atrás também estiveram no país outros líderes do Oriente Médio, como Simon Peres, presidente de Israel; e Mahmud Abbas, líder palestino. Antes mesmo da notícia sobre o tal pré-sal, que muitos acreditam não existir, o Brasil já vinha ganhando destaque internacional, por sua política financeira, diante da crise mundial, e de seu crescimento, além de ter tirado da pobreza milhares de pessoas em um curto espaço de tempo. Muitos ligam essas boas informações ao presidente Lula. E depois o astro mundial ainda é Obama. Vale lembrar que o presidente americano se dirigiu ao líder brasileiro como “o cara”. E você, também crê nisso?

Criativiadde de sobra e investidores de menos

Pra encerrar a semana com o último artigo sobre moda não poderia falar de grandes marcas mundiais, ou nomes reconhecidos em algum lugar do mundo que não seja o Brasil.

Semana passada, tanto aqui, quanto no blog Moda Para Usar, onde colaboro como colunista, falei sobre pessoas que fazem de sua criatividade e empreendedorismo um negócio que ganha cada vez mais espaço, e claro, reconhecimento por parte de seus consumidores.

Vemos grandes marcas de luxo ter o prestígio que tem hoje por justamente oferecerem produtos exclusivos, e mesmo sem ter tanto um departamento de marketing com dinheiro, ou mesmo um dos dois itens, fazem de seus clientes pessoas com uma vontade crescente de adquirir suas criações.

No artigo escrito no Moda Para Usar falei da forma nada convencional de vendas, de uma empresa situada em Uberlândia, cidade do estado de Minas Gerais, chamada Franco George. No artigo aqui, citei uma marca do interior de São Paulo, a Pitanga Madura, gerenciada pela Maria Beatriz, de 29 anos. “Bia” faz parte de uma nova safra de artesas que optaram por utilizar também a internet como um canal de vendas adicional, e que em muitos casos acabou se tornando o principal canal por onde suas mercadorias são comercializadas. Em agosto de 2004 ela deu um grande passo nesse sentindo, dando início à comunidade Bijoux Brasil, e que hoje é a maior do seguimento no site de relacionamento.

Outro, entre os diversos casos de sucesso é o da Daniela Curvelo, da cidade do Rio de Janeiro. Além de expor suas peças através de uma galeria de fotos, segundo Daniela, maior parte de suas vendas é feita por um perfil no Orkut, onde também expõe.

Em todas as suas peças é possível sentir um alto grau de dedicação, empregando também um esforço para que cada criação seja única, ou seja, cada peça vale muito menos do que realmente custa. É claro sentir também que falta o olhar de algum grande investidor pra fazer com que tudo isso ganhe um lugar ao sol, e possa ser incorporado em mercados maiores. Isso vale para todos os casos mencionados, inclusive os citados abaixo.


Destaque paras as peças feitas por Daniela Curvelo.


Dois brincos e uma tiara, feitas pela Jô Negretti.


Pulseira, bolsas e colar, feitas pela Sinhazinha.


Bonecos feitos pela Mei Arteira.


Brincos feitos pela Lia López.


Brincos feitos pela Ludmila Oliveira.


Brincos feitos pela Ana Blanco.

Foto da Semana: Estação Júlio Prestes – São Paulo – Brasil

Louis Vuitton promove evento para premiar os melhores cineastas de países emergentes

A francesa Louis Vuitton, conhecida no mundo do luxo por suas malas e bolsas, traz um dos diretores de cinema mais reconhecidos da atualidade, o chinês Wong Kar Wai, para realizar o Journeys Awards, onde estará à frente do corpo de jurados.

O prêmio foi criado para celebrar o talento dos cineastas de países emergentes. Alguns dos alunos das mais prestigiadas escolas de cinema internacionais, e outros talentos, foram convidados para fazer um filme usando o tema “Journeys” (viagens).

São dois os prêmios pelo qual os 15 candidatos estão concorrendo, ou seja, são dois ganhadores, sendo que quem escolherá um será o júri, que irão analisar qual é o mais criativo, e claro, pelo nível técnico da produção. Essa premiação ganhou o nome de “THE JURY AWARD”. O segundo, batizado de “THE PEOPLE’S CHOICE AWARD”, será com base na popularidade , enfim, o filme com o maior número de votos online leva.

Embora sejam duas formas de avaliação o prêmio é mesmo. Cada ganhador leva um prêmio de 25 mil dólares. Os filmes vencedores serão apresentados no site da Louis Vuitton, além de serem exibidos também em todas as lojas da marca, ao redor do mundo. Portanto trate de dar uma forcinha, assista aos vídeos candidatos e dê o seu voto!

A moda Outono/Inverno, segundo a H&M

Fotos: Reprodução

Em meados de dezembro o tempo, pelo menos em Madri, já está cinza, e as chuvas já anunciam que farão parte de mais um inverno rigoroso. E para se prevenir do frio muita gente já está usando aquele agasalho que estava encostado.

Pelo que noto aqui o frio esse ano demorou a chegar esse ano, inclusive alguns dias atrás, mesmo estando com temperaturas baixas, o frio não se comparava ao que está fazendo essa semana, com mínimas de 5 graus.

Confesso que estava aguardando ansiosamente pelo inverno europeu, que aliás, é o primeiro em que passo por aqui.

O que vejo, tanto nas ruas, como nas lojas mais populares de vestuário é muita, mais muita cor mesmo, claro, todas em perfeita harmonia, e em alguns casos se tornando uma união perfeita com o tradicional cinza e preto, outras duas cores que se usadas de forma correta ainda mantém aquele charme de sempre.

Uma das lojas que pude visitar, e que me chamou a atenção pela diversidade de cores, cortes e tipos de tecidos, mostrando porque é considerada uma das marcas mais criativas e que mais vendem na Europa, foi a sueca H&M.

Em seu último catálogo a marca mostra a beleza de suas peças, que já estão disponíveis em suas lojas, e considerei os preços atrativos, se tratando de peças tão bem acabadas, confortáveis, e o mais importante, lindas.

Leia também:
Entre Zara, H&M e Mango
Zara e H&M: dois grandes nomes do varejo mundial
Sapatos, bolsas e acessórios Jimmy Choo nas lojas da H&M

clique aqui

Faça parte do Google Wave

Semana passada passei a fazer parte de uma das ferramentas que prometem revolucionar a forma de se comunicar na rede, e que vai abrir caminho também para o desenvolvimento de algo parecido, ou até melhor, por parte de outras empresas. Estou falando do Google Wave.

Sempre que alguma novidade chega ao mercado, seja na sua forma física ou virtual, como é o caso, a vontade de ser um dos primeiros a experimentar é clara. E por isso, vou nessa primeira fase, presentear os oito primeiro leitores que assinarem a Newsletter do blog. Simples, não? A corrida está aberta!

*Aviso: para efetivar a assinatura da newsletter é necessário confirmar o mesmo através de link existente em uma mensagem que receberá no endereço de e-mail cadastrado.

Veja também um vídeo feito pelo Marcos Lemos, do blog Guia Google Wave.

Grandes sites de notícia fogem do tradicional cadastro, e inovam

Essa semana um dos assuntos mais discutidos nas rodas que tratam a relação dos temas tecnologia, internet e jornalismo, é o caso Murdoch-Bing.

Aproveitando que o assunto ainda está fresquinho resolvi utilizar alguns dos maiores portais de notícia da internet, de forma interativa, ou seja, aderindo ao conhecido cadastro, mas calma aí, não se trata daquele cadastro tradicional, onde “logamos” e escolhemos, através de um menu, o que queremos receber em nossa caixa de correio.

Escolhi três grandes veículos: CNN.com, El País e The New York Times. Esse trio vem se destacando constantemente na forma de interação com o seu leitor on-line.

Vale lembrar que não tenho a intenção de ser um avaliador dos serviços utilizados, por crer que cada pessoa tenha sua necessidade, portanto o que eu poderia dizer não se adequaria a realidade de um ou de outro.

Hoje vou citar o caso do The New York Times, que parece querer se parecer mais com uma rede social. Logo ao acessar a página nos deparamos à uma barra. Na opção ´Get Started´, que está do lado esquerdo da mesma (ilustração 1 – número 1), o visitante é convidado a iniciar seu cadastro. Caso não queira, e pretenda continuar navegando na página, pode tanto fazer-lo com a presença da barra, ou se quiser, retira-la (ilustração 1 – número 2). No caso, optei por fazer o cadastro.

ilustração 1

Depois de completo aí vem o que mais parece uma rede social. Temos um perfil (ilustração 2), como o que vemos em alguns sites de relacionamento, com direito a foto no perfil, divulgação de sua página abaixo da foto, menu que mostra quem lhe segue, e quem é seguido (como no Twitter), além de um campo de busca para procurar possíveis contatos, ou se quiser, ou se quiser, ainda importar outros do Gmail, Windows Live, Yahoo, Twitter, My Space e Facebook. Um espaço no centro da página relaciona seus contatos, como indicado na ilustração 2.

ilustração 2

Note que no canto direito da mesma barra citada anteriormente existe o botão ´Recommend´ (ilustração 3). Através dele o usuário cadastrado pode, como o próprio nome diz, recomendar um artigo publicado pelo site, deixando também seu comentário sobre o que achou do conteúdo (ilustração 4). Enfim, é uma forma bastante democrática de dizermos para o criador da notícia o que achamos disso e daquilo. Só espero que essas informações sejam utilizadas para melhorar cada vez mais a qualidade do que encontramos na rede.

ilustração 3

ilustração 4

Rupert Murduch reage ao Google aliando-se ao seu rival

“Rupert Murduch: um gênio dos negócios, ou mais um empresário prestes a cometer uma catástrofe?” A resposta para essa dúvida poderá levar menos tempo do que se pode imaginar. Dias atrás escrevi sobre os planos de um dos donos da informação em todo o mundo, Rupert Murdoch (foto abaixo), o homem que está por trás da News Corporation, e a possibilidade de uma eventual cobrança, por toda a notícia que seus veículos publicam na internet.

Quando Murdoch afirmou que um de seus planos era desvincular das buscas do Google todo e qualquer tipo de informação sobre o que seus jornais e outros meios de comunicação produzem diariamente, muita gente acreditou, e ainda acredita, que estava assinando a sua falência.

Um dos principais motivos para muitos afirmarem que Murdoch estava cometendo uma loucura, ao retirar seus conteúdos da máquina de busca mais utilizada no mundo, é que é justamente essa ferramenta que gera grande parte das consultas constantes aos seus portais.

No entanto a última desse lobo dos negócios deixa claro um dos motivos pelo qual conseguiu ser o dono de um império em tão pouco tempo. Afinal quem ouviu ele dizer que estaria se excluindo dos mecanismos de busca? Até o que li sobre o assunto o único mencionado é o buscador e agregadores da Google.

Agora que todos os holofotes se dirigem a ele, Murdoch mostra o que realmente quer fazer. Segundo informações que rolam nos bastidores, News Corp e Microsoft pretendem unir-se, tornando o desacreditado Bing único indexador dos conteúdos de jornais, como o The New York Times. Em troca de tanta “gentileza” a Microsoft pagaria pelo conteúdo dos jornais. Tal notícia já está nos principais portais do globo, como CNN.com, ABC.es e El País.

Não é a primeira união que vejo contra a Google. Tempos atrás a mesma Microsoft uniu forças com o Yahoo, contra o poderoso “G”. Pois é, os tempos são outros e em busca de novos horizontes, procurar forças em solo inimigo, se torna uma necessidade de sobrevivência.

Artigo relacionado: “Declaração de Hamburgo ou Rupert Murdoch? Quem é mais polêmico?”

Espanha também é lugar de hip-hop e soul

Um dos primeiros sons que ouvi, quando coloquei os pés em Madrid não foi local, e sim de um grupo brasileiríssimo, do lado sul de São Paulo, estou falando de Racionais Mc´s, do também conhecidíssimo Capão Redondo, o que já elimina a possibilidade de que sua imaginação o leve para nomes óbvios, como Caetano Veloso, Vinícius de Moraes, ou algo do gênero.

Pelo menos quando o assunto é música os espanhóis deixam claro seu favoritismo pela música americana, ou que seja interpretado em inglês. É possível notar por quase todas as partes a presença. Na televisão não é diferente, como em muitos programas de auditório, reality shows, e destaques musicais citados por outros programas.

Fotos: Divulgação

“El Chavo”.

Outro dia me impressionou uma música, ganhadora do concurso Puro Cuatro, na categoria ´novas tendências´, organizado pelo canal de televisão Cuatro, e fui atrás pra saber mais. Descobri que por trás daquele belíssimo som estava um produtor de Barcelona, chamado Joan Pedrosa, mas conhecido como “El Chavo”, que segundo seu perfil no Vimeo considera-se um “old school hip-hop producer”. Além de seus projeto solos, o cara faz parte do Debilorithmicos, um duo de produção.

Enfim, a canção que havia chamado minha atenção era “Solitude”, que conta com a participação da vocalista do Beatspoke, Sarah Gessler, ou Sarah G. (para os mais chegados), outro grupo de Barcelona. Sarah é dona de uma voz que não presenciava a tempos. O ritmo hip-hop/soul do grupo que representa é envolvente e consegue agradar até que não é amante da mistura.

Fotos: Galeria do site

Sarah G. durante algumas de suas performances.

Resultado da parceria entre El Chavo e Sarah G.

Clipe da música “If You Hunger”, do Beatspoke.

Goyard: uma marca onde exclusividade é seu maior valor

Dias atrás lancei uma mensagem no Twitter, perguntando qual era o nome da marca que carrega o título de maior referência de luxo no segmento de malas e bolsas. A resposta foi unânime: Louis Vuitton. Confesso que se antes de me inteirar sobre o assunto, me fosse feito a mesma pergunta, daria a mesma resposta.

Para muitos a Louis Vuitton é a maior das maiores, e pensar dessa forma não nos faz desinformados. A marca investe de forma agressiva em marketing para todos terem essa imagem, Seus anúncios fazem parte de todos os grandes veículos que divulgam luxo, ou que vendem luxo.

No entanto, mesmo com apenas 16 lojas, uma quantidade de lojas muito inferior á sua irma francesa, que possui 414 lojas espalhadas pelos mais distantes do planeta, a Goyard é a marca das marcas, e nem mesmo um amante da LV é capaz de discordar.

A marca criada pelo jovem artesão François Goyard, em 1845, sempre foi sinônimo de extrema exclusividade e muito seletiva com o seu público. Um dos destaques da marca e o incrível leque de opções que seus clientes encontra na hora da personalização de um produto.

Dizem que Karl Lagerfeld, estilista da Chanel, e um dos últimos de uma geração da alta costura mundial, é cliente da marca desde que tinha seus 11 aninhos. Faz tempo hein!

Foto: Site da empresa

Primeira loja e sede da empresa, na Rue Saint-Honoré, 233 – Paris.

Foto: Google Street View

Sua primeira loja, aberta até hoje, e no mesmo lugar.

Conheça um pouco mais sobre a Goyard

“Slow Movement”: reduzindo o nível de vida em busca de qualidade

Foto: Roberto Sena

Cada vez mais estamos ficando sem tempo pra fazer coisas simples, como levar seu filho na escola, brincar com seu cão, enfim, trocamos a vida social real por uma vida social que acreditamos ser mais valiosa: a on-line.

Vemos tudo passar diante de nossos olhos na velocidade da fibra ótica ou mesmo nos atuais lasers que transportam informações na velocidade da luz. Com maior frequência presenciamos pessoas por todos os cantos do mundo sendo literalmente bombardeadas por uma quantidade absurda de informações, e em muitos casos sofrendo com distúrbios, e tornando o stress, doença da nova era, mais presente em nossas vidas.

Nesse turbilhão de informação e tempo praticamente escasso, nasce a filosofia do Slow Movement (movimento “devagar”). Um dos precursores do movimento é Jean Carl Honoré, escritor e ex jornalista do canadense National Post, que viajou por diversos cantos do globo em busca de material para fazer sua pesquisa sobre tal movimento, e sua influencia em diversos setores. Inclusive já encontra-se a venda na em lugares como a FNAC, o seu livro “Devagar – Como Um Movimento Mundial Está Desafiando O Culto Da Velocidade”, que já está na sua 5ª edição, e já se tornando bestseller em diversos países.

Honoré tenta nos ensinar em seu livro que temos que fazer as coisas o melhor possível em vez de fazê-las o mais rápido possível, gerando dessa forma uma qualidade que nao era alcançada anteriormente. “A velocidade não é um mal em si”, defende Honoré. No entato ele mesmo reconhece que a velocidade é uma droga de nosso tempo. “Aceleramos por um vício do corpo, para evitar pensar sobre questões profundas e porque ser rápido é sinônimo de prestígio na nossa cultura.”

“Uma ironia é que nós somos tão impacientes hoje que até queremos desacelerar rápido! Leva tempo”, completa o escritor. “Mas quando você percebe que velocidade não é sempre bom, que muito da nossa pressa não faz sentido (como correr para chegar rápido ao farol vermelho) então é possível ir mais devagar”.

Saiba mais:
Matéria publicada recentemente pelo jornal El País.
Site oficial do movimento.
Algumas dicas dadas pelo site Movimiento Slow, para aplicar novas regras na sua vida. Disponível em italiano, português, ingles e espanhol.
Algumas dicas dadas por Honoré, publicadas no site do Terra.
Saiba mais sobre Jean Carl Honoré, em seu site.
O Slow Movement, segundo o Wikipédia (em inglês).

47ª edição da BIJÓIAS repete sucesso

Dias 16,17 e 18 passados, o Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, sediou a 47ª edição da BIJÓIAS, promovida pela Masi & Associados, com apoio do IBGM – Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos.

Contando com a presença de mais de 10 mil visitantes, entre revendedores, lojistas, compradores do exterior, e claro, o consumidor brasilieiro, que sempre comparece em peso, o evento foi mais uma vez o lugar para criatividade brasileira mostrar onde pode alcançar.

Infelismente não pude estar presente, mas as fotos cedidas pela marca Franco George nos faz ter ideia da beleza das peças expostas pela sua equipe de designers.

Algumas fotos do stand da FG Bijuterias:

Estréia Google Image Swirl e recurso de “imagens similares”


Visualização de buscas através do Google Image Swirl.

A Google já colocou no ar, embora ainda em fase de testes, e com um banco de dados limitado, o Google Image Swirl (redemoinho). A ferramenta é bem fácil de usar. Digitando a palavra “geek girl”, por exemplo, aparecerá 12 imagens como resultado, todas elas em miniatura. Clicando sobre qualquer um dos itens o Image Swirl vai abrir outro gráfico com imagens relacionadas.

Parece fácil, mas não é. Creio que por falta de uma aplicação mais direcionada ainda leva um bom tempo até encontrar a figura que deseja.

Outra coisa que notei é que o recurso da empresa que sempre se destaca por inovar, parece muito com o Visual Search, inaugurado pelo site de busca da Microsoft, o Bing, em setembro passado. Enfim, por ainda se tratar de uma ferramenta em testes, muitas palavras inda não podem ser utilizadas na hora da pesquisa, no entanto o banco de dados já conta com mais de 200 mil termos disponíveis.

Outro item que já está funcionando de forma plena é o recurso “Imagens similares” (imagem abaixo). Trata-se de um link que surge logo abaixo da imagem pesquisada, e que leva o usuário à outro resultados de pesquisa, dessa vez à uma série de imagens que possuem alguma relaçao de aparência com a que estava acima do link. Creio que essa sim tenha uma maior relevância no momento.

Quanto vale um voto? (Por: André Faim)


Um das muitas sessões do Senado completamente vazias, contanto somente com a presença de imprensa.

Uma dentadura? 20 reais? Uma boquinha na prefeitura? Somos um país de merda, de bundões. Eu sou um bundão. Assisto esse país ser assaltado por covardes hipócritas que só querem fazer negociatas e se pendurar nas bolas do país. E eu não faço nada.

O voto é obrigatório não porque é um “dever cívico”, é obrigatório porque isso perpetua os currais eleitorais e seus feitores. A grande maioria da população é ignorante e troca seu voto por um litro de leite. Mal sabem que esse litro que ganham, poderia se tornar um litro de leite POR DIA, se o político que os comprou não roubasse tanto.  Temos recursos para ser um país mais justo para todos, no entanto decidimos ser um país de benefícios para poucos.

Somos um geração de vendidos, de burros vendidos por uns míseros trocados. Abrimos mão dos nossos direito a partir do momento que nos corrompemos como cidadãos. Queria ter nascido 20 anos antes. Participado da geração que ia as ruas para lutar pelo que é certo. Precisamos de novos líderes, líderes de verdade. Gente que acredita que é possível mudar, que é possível não se vender.

Infelizmente o lado podre dessa geração que lutou nas ruas décadas atrás, hoje está no poder, se vangloriando de ter participado de ‘lutas armadas’, mas na verdade são tão desprezíveis quanto os ditadores que eles dizem ter combatido, se tornando assim uns vendidos.

E nós não fazemos nada. Vamos pra casa, dentro de nossos carrinhos, assistir o Jornal Nacional, a novela, separando contas pra pagar, que são “extorsões” oficializadas pelo governo. Porque ninguém abre mão dos impostos dos produtos que compramos? pense nisso!

Enquanto isso, no senado e na câmara (sim, em minúsculo, pois perderam o status de serem Maiúsculos), políticos lutam pelos próprios benefícios. Impostos são criados, dinheiro desviado, e não fazemos nada. Taxas absurdas, como a mais recente, da prefeitura de SP sobre emissão de poluentes, onde claramente há o movimento de se fazer caixa para alguma razão obscura, e não para melhorar o o ar que respiramos.

E o mundo em sua pior crise da história (fruto da ganância de poucos, diga-se de passagem) e nossos governantes preocupados com a perpetuação do poder, que em outras palavras quer dizer perpetuação do saque dos recursos do país. A imprensa mostra, o judiciário enrola, o legislativo faz de conta que não é com ele e o executivo viaja. É esse o país que construímos. Nós escolhemos essas pessoas que estão no poder. Nós somos os culpados. Aí eu te pergunto: “Quanto vale seu voto?”

Empresário formado em computação, com grande experiência na área de impressão digital, mas um eterno inconformado com a forma como os políticos tratam o dinheiro que nós pagamos em impostos. A intenção desse artigo é fazer com que as pessoas se questionem se quem nos representa no congresso estão a altura do nós, e o que realmente queremos para o nosso país. Só depende de nós mudarmos esse quadro, pois temos o voto, e ele é nossa maior ferramenta para fazermos um Brasil melhor para todos. Diante dos fatos também resolvi aderir à blogosfera com o blog Leitor Indignado.

Os netbooks podem estar dando seus últimos respiros

Para muitos o título desse artigo pode parecer sensacionalista, mas diante de algumas informações publicadas dias atrás, no caderno de negócios do El País, um dos jornais mais influentes do globo, o drama tem seu motivo. Segundo a matéria, dentro de alguns meses será difícil encontrar algum netbook à venda nas lojas.

O motivo da afirmação é que quando os mesmos foram introduzidos no mercado, seu principal alvo era os mercados emergentes, ou em desenvolvimento. Por possuírem um baixo custo de produção, seu valor final também manteve-se baixo, e consequentemente as margens de lucros também são reduzidas.

O problema é que um produto desenhado exclusivamente para um público de baixo pode aquisitivo, se tornou fenômeno nos países do norte, e apenas em 2008 foram comercializados 12 milhões de unidades, sendo que esse número vem crescendo. Segundo a consultoria IDC, nesse ano as vendas já passam de 26 milhões de unidades, e olha que ainda nem chegou o Natal, umas das épocas que mais vende eletrônicos.

Diante da margem minúscula de lucro, muitas fabricantes já encontraram outro caminho para voltar a aumentar o faturamento, com linhas chamadas de miniportáteis, ultrafinos, e por aí vai, portando recursos adicionais, como tela maior, entre outras coisas.

No entanto, segundo o jornal, a salvação dos aparelhinhos pode ser as operadoras de telefonia. Por exemplo, na Espanha as operadoras Vodafone, Orange e Telefónica já oferecem um netbook com planos de conectividade 3G associado. No caso da Vodafone, é oferecido um modelo Dell de graça em troca de uma tarifa mensal de 50 euros, pela utilização da rede de dados. No Brasil muitas operadoras já subsidiam aparelhos em troca de clientes que aderem a planos mensais consideráveis, e quero acreditar que esses mesmos países que possibilitaram o nascimento do netbook, também possam salva-lo.